Quer dizer, não foi bem hoje, foi ontem, ou melhor, foi hoje, porque escrevo ainda na sexta-feira 13, mas vocês vão ler já no sábado.
Mas isso, como diria a outra, agora também não interessa nada.
O que interessa é que sem ele eu não conheceria a Sofia que a primeira vez que me comentou resolveu dar-me na cabeça porque eu a tratava por você, nem uma certa
kuska que um dia me entrou pela casa dentro e me deixou um comentário tão bom, mas tão bom que me levou a ir contra as regras do meu blog, que são não aceitar comentários anónimos nem de blogs fechados nos quais eu não tenho entrada, ( ela depois veio explicar, com a delicadeza que lhe conhecemos que não tinha blog, e aquilo era só um subterfúgio para poder comentar três blogs de que gostava muito), nem uma certa Maria que eu pensava que era dona de uma ilha, e é, mas de amizade que tem para dar com o seu enorme coração, nem uma
pintora e poetisa que é uma mulher e uma amiga muito especial, ou mesmo uma
fada que põe magia em tudo o que faz.
Como poderia eu descobrir amigos no Brasil, a Grace e o Oliver, na Holanda a Miepee, em Dusseldorf a Ematejoca, nos Açores a Sunshine, na linha a Vekiki e malucos que me fazem rir como o Rafeiro ou o Tretoso?
Não teria Salvo-Conduto para respirar
Ares de leitura muito especial, nem poderia passear por um Rochedo especial ali para os lados do Guincho.
E com toda a certeza não comentaria um gato que tem uma
dona muito especial, nem uma Donagata que escreve livros.
Não teria um
amigo que já bebeu champagne em minha honra numa cobertura em Nova Iorque, nem falaria que nem uma maluca com uma
àrvore ( sim, só os malucos falam com as àrvores) que passa a vida a lamentar-se por viver onde eu queria morar ( Dá Deus as nozes a quem não tem dentes).
Enfim, sem querer esquecer ninguém, sem esse tal génio eu não teria ligações de Afectos, embora diferentes, com todos os linkados no meu blog.
Mais: não teria um blog. E sem blog, não tinha prémios, porque não jogo futebol, não escrevo livros, não corro na Fórmula Um, enfim, sou só uma mulher que uns imaginam de uma forma, outros de outra, que uns visitam de vez em quando, outros todos os dias, que uns comentam só porque gostam do que escrevo, outros porque sabe-se lá porquê, se cria sem razão aparente uma empatia que nos faz apetecer muito conhecer-nos.
E para comemorar o tal aniversário que permitiu juntar-nos todos, cá estou eu a agradecer mais prémios que me ofereceram e a distribui-los como mandam as regras.